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Atenção: Prova prática PODERÁ indicar peça processual!

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Atenção: Prova prática PODERÁ indicar peça processual!

Bom dia moçada!

A sexta feira começou linda para muitos “OABeiros”. Ontem, durante a tarde, o Conselho Federal anunciou que, após reunião  realizada na sede do Conselho Federal da OAB entre o presidente da OAB (Claudio Lamachia – que como venho anunciado nas redes sociais, vem fazendo um trabalho excepcional), o secretário-geral e coordenador nacional do Exame de Ordem, Felipe Sarmento, o diretor de mercado da FGV Projetos, Sidnei Gonzalez, e o coordenador acadêmico do Exame de Ordem pela FGV, Ricardo Couto,  a partir do XX Exame de Ordem Unificado (previsto para junho de 2016 o enunciado da prova PODERÁ vir indicando qual peça processual deverá ser redigida.

Cuidado! Não significa que VIRÁ, mas que PODERÁ vir indicando. Isso afastaria a grande e tormentosa dúvida que faz muitos sofrerem ao sair das provas de segunda fase: “Será que errei a peça?”.

O aluno deverá conhecer todas as peças possíveis aos mais diversos casos. A única vantagem (e digo, ela é grande) é a indicação no próprio enunciado quanto a que peça deverá ser redigida.

Ainda é necessário que se apresente, por parte da organizadora FGV, a formatação deste novo modelo, garantindo-se a qualidade do Exame.

Portanto, ainda não é nada definitivo, mas sem dúvida uma grande conquista.

Confira abaixo a íntegra do comunicado publicado no site do CONSELHO FEDERAL DA OAB.

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Exame de Ordem: prova prática poderá indicar peça processual a ser elaborada

Brasílio – Em reunião realizada na sede do Conselho Federal da OAB nesta quinta-feira (7) entre o presidente nacional da Ordem, Claudio Lamachia, o secretário-geral e coordenador nacional do Exame de Ordem, Felipe Sarmento, o diretor de mercado da FGV Projetos, Sidnei Gonzalez, e o coordenador acadêmico do Exame de Ordem pela FGV, Ricardo Couto, as duas entidades, que estão em permanente discussão para o aprimoramento da prova, decidiram que, a partir do XX Exame de Ordem Unificado (previsto para junho de 2016), o enunciado da prova poderá indicar qual a peça processual que deverá ser elaborada pelo examinando.
A FGV apresentará uma proposta de formatação da questão prático-profissional de modo que a mudança não signifique qualquer redução na qualidade ou no rigor do Exame. Ela será avaliada pela Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e apresentada ao Colégio de Presidentes de Seccionais.
O objetivo, assim, é otimizar o tempo para resposta e evitando quaisquer polêmicas na fase de correção quanto à peça apropriada. Tal medida visa à melhor avaliação do conhecimento aprendido e da capacidade necessária ao exercício da advocacia.
Lamachia registrou que “a OAB tem o compromisso de empreender permanente aprimoramento do Exame de Ordem, em prol do credenciamento de profissionais capacitados para o pleno exercício do mister advocatício”.  Gonzalez declarou que “a FGV entende que medidas como esta visam promover uma mais justa e real avaliação do conhecimento e capacidade do examinando que presta o Exame de Ordem”. “Elogiamos a OAB pela proposta, que prontamente acatamos”, disse.
Sarmento disse que “a Coordenação Nacional do Exame de Ordem tem acompanhado de perto a elaboração e a aplicação das provas e está empenhada na evolução e aprimoramento do Exame, mediante inovações e melhorias em prol dos examinandos, visando o aprimoramento da avaliação dos futuros advogados”. Também participou da reunião o secretário-geral adjunto e corregedor nacional da OAB, Ibaneis Rocha.
“O Exame manterá seu alto padrão em exigência”
Sarmento registrou que aguarda uma proposta da Fundação Getúlio Vargas de formatação da questão prático-profissional de modo que a mudança não signifique qualquer redução na qualidade ou no rigor do Exame. “A prova manterá seu alto padrão em exigência. A OAB tem irrestrito compromisso com a qualidade dos quadros da advocacia”, afirmou. A proposta da FGV será avaliada pela Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado e apresentada ao Colégio de Presidentes de Seccionais.
O coordenador afirmou também que o Exame realizado pela OAB é um instrumento importante na indução da melhoria da qualidade dos cursos de graduação em Direito.
“O Exame é tão importante para a composição de quadros competentes da advocacia, que a OAB que a entidade está permanentemente empenhada na evolução e aprimoramento do Exame, prezando sempre pelo alto padrão de excelência da avaliação”, asseverou Sarmento.
Editora Foco